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Dez zonas eleitorais serão extintas no Amazonas para corte de gastos

Dez zonas eleitorais serão extintas no Amazonas para corte de gastos

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Dez zonas eleitorais serão extintas no Amazonas com o objetivo de reduzir gastos, de acordo com Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ao todo, são 70 zonas eleitorais e 2.336.124 eleitores em 62 cidades do estado.

A redução de zonas eleitorais no Amazonas alcança cidades com até dez mil eleitores. De acordo com a Corte Eleitoral no Amazonas, São Sebastião do Atumã, Urucará, Silves, Itapiranga, Anamã, Caapiranga, Careiro e Rio Preto da Eva estão entre as localidades que devem ser afetadas.

Na capital são 13 zonas e outras 57 no interior do estado.

Com base no critério estabelecido pela Justiça Eleitoral para o Amazonas, o TRE precisaria extinguir ao menos 33 zonas eleitorais em todo o estado, número considerado alto. No entanto, o Tribunal disse que realizou um estudo que apontou a inviabilidade de se aplicar somente o critério de número de eleitores no estado, sem considerar, por exemplo, as distâncias entre as cidades.

Com base no estado, o TRE-AM apresentou uma contraproposta para reduzir somente 10 zonas. O TRE afirma que, em tese, o rezoneamento não haverá impacto a eleitores, já que os postos de atendimentos permanecem. A diferença é que, com a extinção de zonas, não se terá a figura de juiz e promotor.

Por outro lado, as mudanças atingem candidatos desses municípios, que vão precisar se dirigir a outro município para fazer registro de candidatura.

Remanejamento

Em março deste ano, o TSE aprovou alterações na resolução que trata da criação e instalação de zonas eleitorais, com o objetivo de racionalizar a Justiça Eleitoral. Das 3.033 zonas eleitorais existentes em todo o Brasil, cerca de 500 poderão ser transformadas em centrais de atendimento aos eleitores e apoio logístico às eleições. Segundo o TSE, essa transformação deve gerar uma economia anual de aproximadamente R$ 74.000.000,00 aos cofres públicos. A redução de gastos ocorrerá a partir de pagamentos de juízes, promotores e chefes de cartórios que deixarão de ser feitos.

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