Comissão de Constituição,Justiça e Redação(CCJ/ALEAM) aprova título de cidadão Amazonense de autoria do Dep. Mário Bastos , para neguinho da Beija-flor

Nesta quinta-feira (08), na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas foi aprovado pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação ( CCJR/ALEAM) o Projeto de Lei de N°. 158, no Art. 01 – Fica concedido o Título de cidadão do Amazonas ao Sr. Luiz Antônio Feliciano Neguinho da Beija-Flor Marcondes, O título referido, será entregue após for aprovado pelos deputados em reunião plenária. Ocorrerá em dia e hora a serem definidos pela mesa Diretora. Essa homenagem é merecida ele é um grande cantor e compositor, um dos melhores talvez. Neguinho divulga nossa cultura em rede nacional e declara seu amor pelo Amazonas.

Tenho certeza de que os Amazonenses estarão nessa linda homenagem que não tem data marcada ainda para acontecer disse o deputado estadual Mario Bastos, o criador do projeto na Aleam.

E MAIS:
Luiz Antônio Feliciano Neguinho da Beija-Flor Marcondes, nascido em Nova Iguaçu, 29 de junho de 1949, é um sambista, puxador de samba, intérprete musical, cantor e compositor brasileiro. É, desde 1976 (quando estreou na Marquês de Sapucaí), o intérprete oficial da Beija-Flor.
Neguinho recebeu por 5 vezes os prêmios Troféu Tamborim de Ouro e Estandarte de Ouro. Em 2012, ele foi um dos indicados ao “Prêmio Extra / Prefeitura do Rio” como Maior personalidade dos 80 anos de desfile.

Entre suas músicas de sucesso, além da música-tema da “Globeleza, destacam-se “O Campeão (Meu Time)”, certamente sua composição de maior sucesso, e “Ângela” (Serginho Meriti / Alexandre). Dono de voz potente e afinada, estreou como puxador de samba no bloco Leão de Iguaçu, em 1970. Rejeitado nas alas de compositores de Salgueiro (sua escola preferida na juventude), Império Serrano, Portela e Mangueira, o jovem sambista chamou a atenção de Cabana (Silvestre David da Silva), compositor dos primórdios da Beija-Flor, que o convidou para se juntar aos músicos da escola. Assim, transferiu-se para a Beija-Flor de Nilópolis em 1975. Até então era conhecido por Neguinho da Vala, apelido nascido na infância terrivelmente pobre, em Nova Iguaçu, atravessada entre as valas da vizinhança. Na Beija-Flor de Nilópolis, criou o bordão “Olha a Beija-Flor aí, gente!” (o grito de guerra mais famoso do carnaval), e continua no cargo até hoje. A Beija-Flor faz parte da vida de Neguinho de tal forma que ele incorporou o nome artístico à sua certidão de nascimento. Além disso, ele é o único dos intérpretes de todas as escolas a cantar de graça.


Assessoria do Deputadoo Projeto de Lei de N°. 158, no Art. 01 – foi concedido o Título de cidadão do Amazonas ao Sr. Luiz Antônio Feliciano Neguinho da Beija-Flor Marcondes, O título referido, será entregue em reunião especial na Assembleia legislativa do Estado do Amazonas, após ser votado pelos deputados em reunião plenária . Ao ser aprovado pela casa, ocorrerá em dia e hora a serem definidos pela mesa Diretora.. Essa homenagem é merecida ele é um grande cantor e compositor, um dos melhores talvez. Neguinho divulga nossa cultura em rede nacional e declara seu amor pelo Amazonas.
Tenho certeza de que os Amazonenses e mesmo quem não é Amazonense, estarão nessa linda homenagem que não tem data marcada ainda para acontecer disse o deputado estadual Mario Bastos, o criador do projeto na Aleam.

E MAIS:
Luiz Antônio Feliciano Neguinho da Beija-Flor Marcondes, nascido em Nova Iguaçu, 29 de junho de 1949, é um sambista, puxador de samba, intérprete musical, cantor e compositor brasileiro. É, desde 1976 (quando estreou na Marquês de Sapucaí), o intérprete oficial da Beija-Flor.
Neguinho recebeu por 5 vezes os prêmios Troféu Tamborim de Ouro e Estandarte de Ouro. Em 2012, ele foi um dos indicados ao “Prêmio Extra / Prefeitura do Rio” como Maior personalidade dos 80 anos de desfile.

Entre suas músicas de sucesso, além da música-tema da “Globeleza, destacam-se “O Campeão (Meu Time)”, certamente sua composição de maior sucesso, e “Ângela” (Serginho Meriti / Alexandre). Dono de voz potente e afinada, estreou como puxador de samba no bloco Leão de Iguaçu, em 1970. Rejeitado nas alas de compositores de Salgueiro (sua escola preferida na juventude), Império Serrano, Portela e Mangueira, o jovem sambista chamou a atenção de Cabana (Silvestre David da Silva), compositor dos primórdios da Beija-Flor, que o convidou para se juntar aos músicos da escola. Assim, transferiu-se para a Beija-Flor de Nilópolis em 1975. Até então era conhecido por Neguinho da Vala, apelido nascido na infância terrivelmente pobre, em Nova Iguaçu, atravessada entre as valas da vizinhança. Na Beija-Flor de Nilópolis, criou o bordão “Olha a Beija-Flor aí, gente!” (o grito de guerra mais famoso do carnaval), e continua no cargo até hoje. A Beija-Flor faz parte da vida de Neguinho de tal forma que ele incorporou o nome artístico à sua certidão de nascimento. Além disso, ele é o único dos intérpretes de todas as escolas a cantar de graça.

Assessoria do Comunicação

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