Início AMAZONAS “Bolsonaro, se há algum criminoso nessa campanha, não sou eu. É você!’, afirma Guilherme Boulos
“Bolsonaro, se há algum criminoso nessa campanha, não sou eu. É você!’, afirma Guilherme Boulos

“Bolsonaro, se há algum criminoso nessa campanha, não sou eu. É você!’, afirma Guilherme Boulos

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O pré-candidato do Psol à Presidência da República, Guilherme Boulos, reagiu às recentes críticas do deputado federal Jair Bolsonaro, que durante evento na Câmara para oficializar sua filiação ao PSL afirmou que membros da esquerda “são tão ousados que os maginais do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto) vai (sic) ter um candidato a presidente”.
Em vídeo publicado em sua conta no Facebook, o líder do MTST reconheceu que seus aliados são ousados, mas que “se há algum criminoso nessa campanha, não sou eu”.
Em seguida, o presidenciável cita uma série de polêmicas envolvendo Jair Bolsonaro, como as condenações por racismo e apologia ao estupro, relativas, respectivamente, a declações contra quilombolas em evento da comunidade judaica e a ataques contra a deputada federal Maria do Rosário (PT).
“Você (Bolsonaro) cometou o crime de incitação à violência e ao extermínio quando disse que iria metralhar a Rocinha se fosse eleito presidente. Você foi condenado pelo crime de apologia ao estrupro quando ofendeu a deputada Maria do Rosário. Você cometeu o crime de racismo ao se dirigir de maneira ofensiva a todos os negros e negras desse País. E você, Bolsonaro, que diz que é o novo na política, mesmo estando há 30 anos como deputado, diz que não está envolvido com corrupção, que quer acabar com essa bandalheia. Você tem coisas pra explicar. Uma delas é por que recebeu auxílio moradia com dinheiro público mesmo tendo sua casa. Pra onde foi o dinheiro, Bolsonaro?”, destaca Boulous.

No final, o pré-candidato do Psol concluiu: “Então, Bolsonaro, se há algum criminoso nessa campanha, não sou eu. É você!”.

Em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo, Boulou chega a afirmar que Bolsonaro não dve ser tratado como concorrente, “mas como criminoso”. “Se o Código Penal fosse levada a sério, Bolsonaro estaria preso e não candidato a presidente. Enfrentar Bolsonaro não é uma questão eleitoral, é questão de princípio”, ressalta.

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