Luiz Castro critica improviso na transferência de presos para o Distrito Industrial de Manaus

A transferência dos presos do sistema semiaberto do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj) para o prédio da fábrica Brasjuta, no Distrito Industrial, (Zona Centro-Sul de Manaus), foi considerada hoje (13) pelo deputado Luiz Castro (Rede), como um improviso extremamente negativo e constrangedor para os trabalhadores e empresários do Pólo Industrial.

Na opinião de Luiz Castro, o Executivo e o Judiciário deveriam abrir o diálogo em busca de outra alternativa, porque a transferência dos presidiários para o galpão da Brasjuta, passará uma péssima impressão para os grandes investidores que atuam naquela área.

“Os governos anteriores não conseguiram gerir com eficiência o sistema prisional, e o atual governo também demonstra impotência, propondo levar os presos para uma fábrica desativada, que gostaríamos de ver revitalizada beneficiando a juta e malva”, salientou Luiz Castro.

De acordo com o deputado, foi exatamente nos governos de Omar Aziz e de José Melo que a produção de juta e malva foi abandonada, prejudicando toda a cadeia produtiva de um setor importante para a economia do Estado.

“Agora, causa indignação que a Brasjuta vire depósito para presidiários do sistema semiaberto, demonstrando a total incapacidade do Governo de planejar políticas sérias para o sistema prisional”, destacou o deputado.

Desativado em 2015, o galpão da Brasjuta agora pertence à Agência de Fomento do Estado do Amazonas (Afeam), e já recebeu a visita de servidores da Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (Seap), de promotores de justiça e servidores da Vara de Execuções Penais (VEP).

De acordo com Luiz Castro, a proposta é constrangedora, e os empresários das fábricas do Distrito Industrial  estão indignados com a possibilidade de o Governo transformar a Brasjuta num abrigo de presos, que terão liberdade de sair para trabalhar e voltar à noite para dormir.

 

 

Fonte: Assessoria de Imprensa

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