Josué Neto propõe união parlamentar para transformar lixões em aterros sanitários nos municípios do AM

O deputado estadual Josué Neto (PSD) propôs nesta terça-feira (13) a união dos deputados estaduais, federais e senadores para buscar recursos e demais soluções para transformar os lixões das cidades do interior do Estado em aterros sanitários. Ele tocou no assunto ao relatar sua ida a cidade de Eirunepé, onde a situação do lixão é grave por causa da proximidade com áreas de habitação. 
De acordo com o prefeito da cidade, Raylan Barroso, o lixão é o principal problema da cidade atualmente, porque a pessoas que moram próximo ao lixão, inclusive crianças.

Uma das alternativas, segundo o deputado é unir forças e destinar emendas parlamentares para as cidades, que assim como Eirunepé, enfrentam problemas ligados aos lixões, como excesso de urubus, contaminação do solo e dos rios.

“O lixão é o maior problema do município de Eirunepé. Deixo aqui meu apelo a nossa bancada federal para que todos nós que temos responsabilidade com o município de Eirunepé, possamos procurar não só o governador Amazonino Mendes, mas também o prefeito Raylan para apresentar elaborar um projeto para o governo federal. Ou para que possamos apresentar emendas no orçamento de 2019 para investir na construção desse aterro sanitário”, afirmou.

O governo federal estabeleceu um prazo para que as prefeituras municipais transformassem os lixões em aterros sanitários. O prazo terminaria no último mês de dezembro, mas foi adiado para 2019. Segundo informações da Associação Amazonense de Municipios, as prefeituras já estão com seus planos prontos e aguardam recursos do governo federal para tirar os projetos do papel.

O saneamento básico está diretamente ligado a saúde no Brasil. Segundo levantamento do Instituto Trata Brasil as cidades em que há tratamento de água, esgoto e lixo, apresentam redução de até 70% nas internações por diarreia e outras doenças transmitidas por água de má qualidade. Dados do IBGE de 2016 apontam que na Região Norte do país apenas 19% dos domicílios estão conectados à rede geral de esgoto.

Fonte: Assessoria de Imprensa

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