Nota de apoio aos VEREADORES afastados em COARI

O presidente estadual do Partido Social Brasileiro (PSL), deputado estadual Platiny Soares, vem a público manifestar apoio e solidariedade ao colega de legenda, Samuel Pereira, por seu afastamento do cargo de vereador do município de Coari.

A iniciativa da Presidência da Câmara Municipal de Coari foi recebida por Platiny Soares, com indignação. Para o parlamentar, o afastamento de Samuel, juntamente com os também vereadores de oposição, Ademoque Rebolças Filho (PSDC) e Ewerton Medeiros (DEM), figura como uma afronta ao país, sendo a inauguração de um regime ditatorial na República Federativa do Brasil.

Em sessão realizada na última terça-feira (20), o plenário da Casa presidida pelo vereador Kleitton Pinheiro Batista, decidiu acatar denuncia formulada contra os parlamentares, de maneira açodada e sob suspeita, já que Kleitton Batista é primo do atual prefeito da cidade, alvo de intensa fiscalização dos vereadores afastados.

“O caso deve ser levado para dentro da Assembleia Legislativa do Amazonas. Nós deputados estaduais, devemos auxiliar os parlamentares municipais, servido como um refúgio, em situações de perseguição e desagravo as prerrogativas políticas”.

Platiny salienta que os pilares que regem a relação entre os Poderes Executivos e Legislativos, foram feridos, no momento em que a presidência da Câmara Municipal de Coari “visivelmente se curva aos desmandos do prefeito Adail Pinheiro Filho”.

“Infelizmente Coari há décadas é alvo das sandices de uma família. Eles ferem a harmonia e a independência dos Poderes, ao prazer dos seus interesses. Precisamos e vamos auxiliar no que for necessário, para reestabelecer à democracia naquela cidade”.

O rolo compressor usado para dificultar o direito de ampla defesa dos vereadores, Samuel Pereira (PSL), Ademoque Rebolças Filho (PSDC) e Ewerton Medeiros (DEM), é segundo Platiny, alvo de denúncia junto ao Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas (TJAM) e Tribunal Regional Eleitoral (TRE-AM).

De acordo com Platiny, a conduta do presidente da Câmara Municipal de Coari deve ser apreciada por uma Comissão Especial de Prerrogativas, para que seja verificada ou não, a existência de quebra de decoro parlamentar.

“Não respeitaram o Regimento Interno da Casa, e a Lei Orgânica do Município. Coari tem tudo para dar certo, entretanto, não deixou de viver anos tenebrosos. Um município que registra uma arrecadação de R$ 75 milhões e possui boa parte das suas ruas sem asfaltamento, onde as pessoas sofrem com a falta de atendimento médico de qualidade, onde o lixo hospitalar é descartado de qualquer maneira, colocando em risco não só o meio ambiente, como a vida da população, só pode estar sendo mal administrado. Os órgãos de fiscalização e controle precisam estar atentos, assim como a comunidade que deve apoiar os vereadores, perseguidos por realizarem de maneira descente seu papel de funcionários do povo, tornando público os desvios de conduta dos gestores”.

 

Fonte : Assessoria de Comunicação

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