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Área central de Manaus começa a ser mapeada, diante de possível cheia

Os técnicos da Defesa Civil estiveram no local avaliando as condições dos comerciantes, feirantes, bueiros das feiras e ruas que mais são afetados


Manaus – A Prefeitura de Manaus, por meio da Casa Militar, iniciou na manhã desta quarta-feira (10), o trabalho de mapeamento da área central de Manaus, para definir as ações de atuação em uma possível cheia no ano de 2021. De acordo com a medição realizada diariamente pelo porto de Manaus, a cota do rio Negro encontra-se estável em 24,97 metros, nesta terça-feira. Em 2020, o rio Negro chegou à marca máxima de 28,52 metros, para enchente, no dia 18/6.

“A Casa Militar está empenhada em minimizar os danos em relação a uma possível cheia que teremos neste ano. É uma preocupação do prefeito David Almeida, que todos os locais sejam devidamente assistidos e as secretarias trabalhem em conjunto, para minimizar os danos que podem ser causados por esse fenômeno natural”, ressaltou o secretário da Casa Militar de Manaus, tenente William Dias.

Os técnicos da Defesa Civil estiveram no local avaliando as condições dos comerciantes, feirantes, bueiros das feiras e ruas que mais são afetados, para que seja iniciado os serviços de limpeza e sanitização, se for necessário.

“Hoje o rio está 16 centímetros acima do nível comparado a mesma data em 2012, quando houve a maior cheia. O Centro é uma das primeiras áreas que sofre o impacto da cheia. Com esse mapeamento poderemos verificar como iremos atuar. Aqui no Centro temos várias galerias embaixo dos prédios, por isso realizamos uma ação conjunta para fazer uma limpeza e diminuir o aparecimento dos roedores e outros animais provenientes dos córregos, que aparecem com a cheia”, ressaltou o diretor de Operações da Defesa Civil, major Robson Falcão.

Em 2012, Manaus registrou a maior cheia da história, com o rio Negro marcando 29,78 metros, superando o índice registrado em 2009, que foi de 29,77 metros. Desde que o nível do rio Negro começou a ser monitorado, no porto de Manaus, em 1902, até então a maior cheia registrada havia sido em 1953, com 29,69 metros.

A subida do nível do rio Negro, em 2012, afetou mais de 5.800 famílias, na capital, e no Amazonas, mais de 50 municípios decretaram situação de emergência.

No dia 31/3 será apresentada pelo Sistema de Defesa Civil Nacional – que inclui as defesas civis estadual e municipal – a confirmação se haverá cheia para o ano de 2021. A partir de então, será colocado em prática o plano de trabalho para atendimento à população, que será afetada pela possível subida do rio Negro.

D24am
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